Eu não entrei em AI
pra fazer barulho.
Entrei pra construir.
Antes da MINTER, antes do primeiro código, antes de tudo: eu sempre fui aquela criança que entrava em hiperfoco e desaparecia dentro de um assunto por dias. Fui identificado com altas habilidades / superdotação ainda jovem — o que, na prática, significa um cérebro que devora informação quando algo prende, e que precisa de profundidade pra ter paz. Tecnologia me prendeu cedo. E nunca mais soltou.
Comecei em 1999, na MINTER, como web designer. Eu tinha 19 anos, gostava de desenhar, e mexer em HTML parecia mágica. Mas em poucos meses eu já não conseguia ficar parado só no design — queria entender como aquilo funcionava por dentro. Aprendi a programar sozinho. Comprei livro, baixei tutorial, virei noite. Era autodidata desde o começo, e nunca deixei de ser.
Em 2002, com 22 anos, eu fazia parte dos cinco engenheiros escolhidos pelo Banco Real ABN AMRO pra manter e evoluir o SPB — Sistema de Pagamento Brasileiro. Aquele projeto virou a base do TED, depois do Pix. Eu tinha as mãos no código que, anos depois, ia mover trilhões de reais por mês no Brasil. Era tecnologia mudando o país, em escala. E eu nunca esqueci essa sensação.
De lá pra cá: Submarino (onde construí a primeira "wishlist com AI" que sugeria produtos — em 2005, antes de ser cool), Saraiva, InfoMoney, Compugraf. Em 2012, fundei a Megaleios. De lá pra cá foram mais de 120 projetos — apps pra Itaú, FEBRABAN, Bayer, Syngenta, Meio & Mensagem. Em 2018 fundei a ViaApp, que hoje atende usuários de rodovias no Brasil. Em 2020, a Plataforma ESA. Em 2023, virei CTO do LIDE Florida, mentorando mais de 100 empresários brasileiros nos EUA.
Quando a AI começou a explodir, eu fiz o que sempre faço: mergulhei fundo. Estudei Claude Code, Codex, a arquitetura por trás dos agentes. Usei na Megaleios todos os dias. Reestruturei meus times. Reescrevi processos. E percebi uma coisa importante: quem está há 25 anos arquitetando software vê AI diferente. Não como milagre, não como ameaça. Como uma camada nova de leverage — que precisa de método pra entregar valor.
É isso que eu trago: arquitetura de quem já construiu coisa grande, agora aplicada ao maior salto tecnológico da minha carreira. Não tô aqui pra te vender ChatGPT. Tô aqui pra te ajudar a construir empresa de verdade — com AI no esqueleto, não no marketing.